Wednesday, August 22, 2007

cabelos com escovinha como manter

Faça chás com plantas como camomila.
Passe nos cabelos como se fosse lava-los com o chá.
Faça suco com frutas ácidas como limão ,para tirar a gordura do couro,deixe agir por 15 minutos ou mais, o tempo que preferir.Enxague com chá de erva-doce.
Não deve usar xampu com frequência , ele tira o produto do cabelo.As raizes começam a cachear. O sabonete também tira o tioglicolato do cabelo.Faça teste vc mesma.Na primeira vez que fizer escovinha só use sabonete, na próxima se use só chás e suco.

Use babosa e depois enxague.

Use produtos a base de silicone , cremes.

Monday, August 20, 2007

Pipoca amanteigada com parmesão de saquinho

Pegue óleo umas seis colheres de sopa para nove de pipoca.Sal a gosto no óleo quando for fritar.
Ponha o oleo no fogo.Ponha a pipoca deixe fritar até alterar a tonalidade para uma cor amarelo esbranquiçada ( uns cinco minutos +- ).tampe.
Deixe estourar. Sacuda a panela de um lado para outro .Fica atenta para o ritmo da pipoca estourando.Quando estiver diminuindo desligue.

Em outra panela , ponha para derreter a manteiga ( não pode estar muito quente senão evapora), morna. Após derreter .Junte um puquinho de parmesão :Quatro colheres de manteiga, duas de parmesão. Se quiser duplique todos os igredientes.

Coloque sobre a pipoca já na panela que vai servir

Tuesday, August 14, 2007

Pesquise um pouco, sobre cada assunto:) Eis a minha pesquisa

OMS apóia estudo com plantas medicinais - Parte III scina - Instituto Sul-americano de Ciências e Naturopatia Aplicada A caixa de primeiros socorros de ervas

A maior parte das casas tem o seu fornecimento regular de remédios para emergências, mas as alternativas naturais podem ser igualmente eficazes e, muitas vezes, oferecem mesmo mais propriedades curativas a partir de um pequeno número de ingredientes básicos.
O armário da cozinha também pode ser útil, com ingredientes como alho, gengibre, chá, mel e outros.
Podemos suplementar esses produtos caseiros com preparados comerciais comprados em ervanários.
Pomada de arnica - Eficaz para contusões. Não usar em pele ferida.
Pomada de maravilha - Muitas vezes vendida com o nome de calêndula, anti-séptica e fungicida, usada para golpes, esfoladelas e pele seca.
Mel - Extrai pus e venenos de feridas. Útil para constipações, misturado com suco de limão e água quente.
Pomada de morrião - Valiosa para extrair esquírolas, para bolhas e picadas de insetos, ou para acalmar queimaduras e eczemas.
Alho - Esfregar cravo fresco na acne e em outras borbulhas infectadas. Usar alho esmagado para calos e tomar internamente para infecções peitorais e monolíase.
Hamamele destilada - Usar em queimaduras menores e queimaduras de sol. Embeber um pedaço de algodão em hemamele para estancar o sangue de feridas. Hamamele gelada acalma picadas de insetos, varizes e esquimose. Manter no congelador um tabuleiro de cubos de hamamele claramente marcados.
Aloés - Para acalmar queimaduras menores ou queimaduras do sol, partir uma folha ao meio e aplicar o gel grosso na zona infectada.
Óleo de árvore-do-chá - Um dos óleos mais anti-sépticos e fungicidas, usado para golpes e esfoladelas, bem como nas verrugas e úlceras frias.
Arnica homeopática - Essencial para choques e acidentes domésticos. Tomar um comprimido com intervalos de meia hora, até o doente se sentir mais calmo.
Remédio de emergência - os remédios florais de Bach têm um efeito poderoso sobre as emoções. O remédio de emergência é um excelente tratamento para choques e transtornos nervosos. Colocar 2-3 gotas na língua.
Óleo de erva-dos-burros - Útil para a ressaca, reconstituinte da função hepática, Tomar uma dose grande (2 a 3 g.), na manhã seguinte, para alívio rápido.
Óleo de alfazema - Diluir 2 a 3 gotas numa colher de chá de óleo de amêndoas-doces e massagear as têmporas e o pescoço para evitar as dores de cabeça provocadas pela tensão e enxaqueca. Usar essa mesma mistura em queimaduras menores.
Comprimidos de olmo-vermelho - Tomar 1 a 2 comprimidos de 200 g para combater a indigestão e os transtornos do estômago.
Cápsulas de equinácea - Valioso remédio para constipações e gripes. Tomar 2 cápsulas ou comprimidos de 200 g, 3 vezes por dia, aos primeiros sintomas de infecção.
Ervas secas - Ter sempre um sortido de ervas secas ou saquinhos de ervas para fazer chá. Usar flores de camomila para estados de choque, transtornos nervosos, insônia e indigestão; alfazema para dores de cabeça e enxaquecas, verbena para as tensões e problemas digestivos e flor de sabugueiro para o catarro.
Plantas medicinais para as férias
As férias podem facilmente ficar estragadas por doenças menores. Em locais exóticos são absolutamente essenciais os cuidados básicos de higiene, como descascar as frutas e não comer alimentos crus, nem beber água da torneira nem utilizar pedras de gelo feitas com ela.
Se aparecerem transtornos de estômago ou diarréia, comer papaia, remédio tradicional em muitas zonas tropicais ou beber chá preto forte sem leite nem açúcar. Levar consigo um estojo de primeiros socorros de viagem para resolver outros problemas.
Lista de primeiros socorros
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Golpes e esfoladelas - óleo de árvore-do-chá ou pomada de maravilha. Pôr um pouco na zona afetada.
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Diarréia - misturar quantidades iguais de tinturas de bistorta, madressilva e alteia. Tomar 5 ml em água morna de 2 em 2 ou de 3 em 3 horas.
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Insolação - açúcar e sal. Tomar meia colher de cada um num copo de água.
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Picadas de insetos, golpes e esfoladelas - 2 ou 3 gotas de óleo de erva-cidreira, numa colher de chá de óleo de amêndoas doces ou tintura de hipericão e maravilha. Por um pouco nas zonas afetadas.
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Diferenças horárias - Ginseng-siberiano ou saquinhos de chá de camomila.
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Choque - comprimido de arnica homeopática com intervalos de meia hora.
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Entorses e contusões - pomada de arnica ou consolda (não usar em pele ferida).
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Transtornos estomacais - tintura de ulmeira, 5 ml em água morna, 3 a 4 vezes por dia. Os saquinhos de chá de camomila e hortelã-pimenta também são úteis.
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Queimaduras solares - 5 ml de óleo de alfazema misturado com 20 ml de óleo emulsionado de hipericão. Pôr um pouco na pele afetada.
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Enjôo em viagem e vômitos - Gengibre cristalizado ou cápsulas de gengibre.
Plantas antioxidantes
Há mais de três milhões de anos um acaso do seu metabolismo fez as algas verde-azuis começarem a liberar oxigênio, que subiu da superfície das águas e se acumulou nas mais altas atmosferas em forma de O.
Isso formou uma camada protetora aos raios ultravioletas do sol, propiciando que os seres do mundo subaquático, onde a incidência dessa energia letal era pequena, conquistassem a superfície da Terra.
Esse gás oxigênio, em todas as suas formas, tornou possível a expansão da vida no planeta porque permitiu uma grandiosa eficiência metabólica, com produção maior e mais rápida de energia que a fotossíntese, além da proteção às radiações.
Esse gás se tornou extremamente necessário à vida, por ser bastante tóxico, os organismos tiveram que sofrer uma grande adaptação bioquímica para conviver com ele.
Hoje, a sua taxa na atmosfera é estável em torno de 21% e se o índice fosse maior de 25%, haveria no planeta enormes incêndios, porque ele é altamente inflamável. Se abaixar 15% o fluxo de oxigênio na cadeia energética. Das atuais mitocôndrias, não se daria de modo satisfatório.Para manter esse quantum nessa faixa, as plantas contribuem com sua fotossíntese e os demais organismos se adaptam para destruir o excesso de oxigênio que a própria cadeia produz como radicais livres.Altamente reativos, eles destroem outros elementos com o objetivo de adquirir elétrons para se neutralizar (embora a grande maioria destas reações ocorram com o oxigênio, não é exclusivo dele), reduzindo-se então e oxidando os elementos que são forçados a ceder os elétrons faltantes.Daí, serem oxidantes. Os elementos oxidados necessitam, por sua vez, de elétrons e a cadeia caminha desordenando células, tecidos, órgãos e sistemas que são obrigados, sem poderem, a ceder elétrons.Assim, os seres que sobrevivem às custas desse mecanismo perigoso se não controlado adaptaram-se e contam com mecanismos antioxidantes para coibir isso, antes que o oxigênio, em suas formas reativas, destrua o próprio organismo.
A poluição, fumaça, o cigarro, estresse, corte indiscriminado de vegetais estão fazendo com que o sistema entre em falência por não mais os organismos conseguirem sozinhos inibir essa oxidação por meio das substâncias que produzem, como as enzimas dismutase superóxida, peroxidase glutationa e catalase.
Assim, os organismos precisam de auxílio externo proporcionado pelas vitaminas, principalmente as A, C e E, os flavonóides, os carotenos (e carotenóides = xantofilas) e pelos minerais como o selênio e o germânio, por exemplo.
Esses elementos que o organismo não têm em sua despensa, ou os têm pouquíssimo, devem ser obtidos pela alimentção, como preceitua a medicina naturalista, a trofoterapia, a medicina ortomolecular e a fitoterapia, já que as plantas são as grandes fontes destas substâncias.
Trabalhando com as vitaminas e minerais citados como exemplo, temos que:
A vitamina A, um grupo de compostos lipossolúveis e, portanto, acumuláveis nos corpos, pode ser disponível ao organismo sob a forma de retinóides, provenientes de alimentos de origem animal e de carotenóides, de origem vegetal, que na verdade é um precursor da vitamina A, só se transformando nela conforme a necessidade orgânica. Por essa propriedade, os carotenóides não são tóxicos, como a vitamina já formada, retinóides, de origem animal e que são cumuláveis.
É essencial para a função sensível da retina, para o crescimento e a manutenção dos epitélios. Também aumenta o poder imunológico e é grande antioxidante por absorver a energia da espécie ativa do oxigênio chamada singlet, talvez a mais ávida por elétrons. Ajuda a recompor a vitamina C desgastada em alguns processos metabólicos, e é também grande antioxidante.
Pode ser conseguida por meio de pró-vitamina A nas plantas alfafa (Medicago sativa L.), alcachofra (Cynara scolymus L), abacateiro (Persea gratíssima Gaertn), urucum (Bixa orellana L, B. arborea Hubr), trigo (gérmen) (triticum sativum Lank) Spirulina máxima, urtigas (U. dióica L. ou U. urens e U. pilulífera). O abacateiro, o alho (Allium sativum L.), o sabugueiro (Sambucus nigra L.), a malva (M. sylvestris L.), a fáfia ( Pfaffia sp.), o dente-de-leão (Taraxacum off. Weber), a videira (Vitis vinífera), o albicoco (Prunus ameriniaca L.) e as algas Macrocystis pyrifera também tem vitamina A.
A vitamina C, também conhecida como ácido ascórbico é indispensável à manutenção das cartilagens, dentes, veias, artérias e capilares. Atua beneficamente nas glândulas e na pele, pigmentando-a; ajudando o fígado na formação do glicogênio, colabora também na absorção dos hidratos dew carbono, e trabalha o sistema respiratório principalmente, e como antiinflamatória, atuando como grande antioxidante.
Encontra-se presente nas medicinais alfafa (Medicago sativa L.), rosas (a norueguesa é melhor, mas encontra-se também na mosqueta = off. Rubiginosa, syn. Canina L.), mirtilo (Vaccinium myrtillus), agrimônia ( A. eupatoria), urucum (Bixa orellana L = B. arbórea Hubr), cavalinha (Equisetum arvense L.), alecrim (Rosmarinus off), babosa (Aloe vera L, Aloe vulgar Lank, Aloé barnadensis Miller), bétula (B. alba), mastruço (Tropaeolumm majus L.), dente-de-leão (Taraxacum off. Weber), borragem (Borago officinalis L.) tem 0,04%, camomila (Matricaria chamomilla L., é um bom exemplo), fáfia (Pfaffia sp) ulmária (Spiraea u. L. Filipendula u. (L) M.), castanha-da-Índia (Aesculus hippocastannus L.) e do Pará (Bertholletia excelsa Humb, et. Bonpi), hibiscus (H. Sabdariffa D. C.), hipérico/hipericão (Hypericum perfloratum L.), losnas (v.g. artemísia absinthium L.), quebra-pedra (Phyllantus nituri L = 0,4%), crataegus ( C. oxyacantha), dróseas (D, rotudifolia, intermédia e longifolia), malva (M. sylvestris L.), hortelã-pimenta (Mentha piperita L.), cavalinha ( Equisetum arvence L.), sabugueiro (Sambucus nigra L.), ginseng coreano (Panax ginseng C. A. Meyer), celidônia (Chelidonium majus - pequena quantidade), urtigas (U. dióica L ou U. urens e U. pilulifera), tanchagem (Plantago maior L.), videira (Vitis vinífera), Tília (T. cordata Mill), algas Macrocystis pyrifera e muitas ervas usadas como alimentos.Germânio
Abundante na natureza, parece nos ser útil apenas pela sugestão de estudos há pouco realizados (de Kazuhito Asai e outros mais recentes) que indicam o seu componente orgânico Ge - 132, como estimulante da imunidade e da destruição de radicais livres do oxigênio.
Russos o estudam como antitumorais. Fucus vesiculosus, Fucus crispus, ginseng coreano (Panax ginseng), babosa (Aloe vera L.) e o alho (Allium sativum L) são plantas medicinais que o fornecem.Selênio
As substituições de células envelhecidas por novas, processo que ocorre com freqüência em nosso organismo, depende de ácido desoxirribonucleico e ribonucleico, e podem ser retardado por oxidações em excesso.
O selênio, antioxidante que reduz a oxidação de pontes sulfídricas das proteínas e na desnaturação do colágeno, trabalha aí. É tido como notável protetor do coração. Há evidências de bom uso na Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (o selênio é um elemento chave no sistema imunológico).
Encontra-se no alho (Allium sativum L.), cebola (Allium sepa), cogumelo (champignons e outros), levedura de cerveja (Saccharomyces cerevisiae), castanha-do-Pará e em alguns cereais integrais.
Consultas:
Alimentação Naturista, de Dieno Castanho - Alvorada, SP, 1983.
Alimentos que Curam, de Miriam Polunin - marco zero, SP, 1997.
Atividade física e radical livre, de Prof. José Luiz e Sérgio Signorini - ícone, SP, 1993.
Consumidor (revista) S.A pág. 8 -12, saúde garantida ou dinheiro perdido? S.a - IDEC, SP. Set.1995.
Dicas de Alimentos e Plantas para a Saúde, de Dr. Sérgio Augusto Teixeira - ediouro, RJ, 1973.
As plantas e suas ações
Plantas para os órgãos dos sentidos
Plantas para os olhos
Beldroega - camomila - carvalho - europeu - chá-preto - cenoura - escovinha - eufrásia - funcho - gerânio silvestre - hamamélis - rainha-do-bosque - roseira-primitiva - sabugueiro - sana-mundo - tanchagem - trevo - ulmeiro - videira - violeta.
Para o nariz e ouvidos
Rinite: ásaro - chagas - hidraste - eufrásia - pinheiro-marítimo.
Epistaxe: abrunheiro - aveleira - bolsa-de-pastor -carvalho -cavalinha - mil-flolhas - pilosela - tormentilha - urtiga-maior - videira.
Plantas para o sistema nervoso
Depressão: aipo - angélica - aveia - erva-cidreira - gergelim - ginsão - hipericão - tomilho - sálvia - serpão - valeriana.
Ansiedade/nervosismo: alface - alfazema - aveia - cidrão - erva-cidreira - laranjeira-brava - limoeiro - lúpulo - maracujá - onagra - papoula - pilriteiro - mangerona - salgueiro-branco - tília - valeriana.Esgotamento: alecrim - agrião - aipo - aloés - alho - angélica - aveia - cacueiro - cebola - damiana - erva-cidreira - espirulina - gergelim - ginsão - hipofaé - hortelã-pimenta - mangericão-roxo - maracujá - masatruço-do-brejo - morangueiro - roseira - roseira-primitiva - segurela - tília - tomilho - tramazeira - videira.
Insônia: alface-brava - alfazema - cálamo-aromático - erva-cidreira - laranjeira - lúpulo - maracujá - papoula - rainha-dos-bosques - salgueiro-branco - tília - valeriana.
Dor de cabeça/enxaqueca: angélica - boldo - erva-cidreira - ginkgo - hortelã-pimenta - laranjeira - limoeiro - manjericão-roxo - mostarda-preta - pervinca - poejo - primavera - serralha-de-folha-pintada - tília - verônica-macho - verbena.
Dor/nevralgia: acônito - cicuta-maior - dormideira - hera - laranjeira - lúpulo - maracujá - meimendro-negro - rainha-dos-prados - valeriana - verbena.
Pouca memória/pouco intelecto: aveia - gergelim - ginkgo - ginsão - pervinca - nogueira - tomilho.
Sedativas: (ver apostila I)
Excitantes: cafeeiro - carvalho - chá-de-nova-jérsei - chá-preto - chicória - coca - dente-de-leão - drias - erva-mate - fedegoso - jasônia - tabaco - tomilho - violeta.
Plantas para o sistema digestório
Plantas para a boca
Aftas/estomatites/gengivites: agrimônia - alcaçuz-da-Europa - armieiro - bistorta - carvalho - castanheiro - chá-de-nova-jérsei - cinco-folhas (confrei) - cravo-da-Índia - drias - epilóbio - framboesa - gerâneo-silvestre - goiabeira - hidraste - morangueiro - sálvia - sana-mundo - sanícula - serpão - silva - tanchagem - tomilho - tormentilha - urucum - violeta.
Lábios: alforfa - cacaueiro - ciniglosso - parietária.
Problemas dentários: açafrão - altéia - bistorta - carvalho - cinco-folhas - choupo-negro - cravo-da-Índia - dormideira - faia - figueira - papoula - pistache - ratânia-do-Peru - romãzeira.
Para a garganta
Amigdalite e faringite: agrimônia - carvalho - chagas - equinácea - hidraste - limoeiro - nogueira - tomilho - urucum - verbena.
Irritação: acácia - agrimônia - ananás - altenária - avenca - carvalho - castanheiro - drósea - orégano - pé-de-leão - pulmonária - rinchão - tanchagem - tussilagem.
Plantas para o sistema circulatório
Para o sangue
Plantas fluidificantes do sangue: alho - amor-perfeito - cebola - fumária - mil-flolhas - rainha-do-bosque - tília - trevo.
Anemia: abacateiro - alfafa - cebola - epirulina - ginsão - labaça - morangueiro - quenopódio - bom-Henrique - urtiga-maior - videira.
Hematoma: arnica - norça-preta - sanícula - selo-de-salomão.
Hemorragia: arruda - aveleira - bolsa-de-pastor - cavalinha - cinco folhas pilosela - pimenta d' água - sempre-noiva-dos-passarinhos - urtiga-maior.
Insuficiência circulatória
Ginkgo e pervinca.
Para as artérias
Aterosclerose: alho - cavalinha - galeopse - garra-do-diabo - ginkgo biloba - mil-folhas - pervinca - tília - visco.
Hipertensão: alho - cavalinha - cebola - fumária - ginsão - língua - cervina - macieira - manjerona - milho - oliveira - pilreteiro - tília - valeriana - visco.
Hipotensão: alecrim - canforeira - giesteira-das-vassouras - ginsão - lírio-do-vale - manjericão - pilreteiro - sálvia - segurelha - tomilho.
Plantas vasoconstritoras: aveleira - cipestre - giesteira-das-vassouras - gilgarbeira - urtiga-maior.
Plantas vasodilatadoras: ginkgo biloba - olhos-do-diabo - onagra - pervinca - salsa - tília - visco - visnaga.
Para o coração
Angina: agripalma - alho - olhos-do-diabo - pilreteiro - sene - tília - visco - visnaga.
Arritmia: dedaleira - giesteira-das-vassouras - grindélia - olhos-do-diabo - onagra - salsa - tília - visco - visnaga.
Infarto do miocárdio: espirulina - gergelim (sésamo) - onagra.
Palpitações: alfazema - assa-fétida - erva-cidreira - laranjeira - limoeiro - lírio-do-campo - pilreteiro - valeriana - visco.
Taquicardia: agripalma - giesteira-das-vassouras - grindélia - pilreteiro.
Para as veias
Varizes: arando - aveleira - bola-de-neve - castanheiro-da-Índia - cipestre - gilbarbeira - ginkco biloba - hamamélis - laranjeira - lioeiro - trevo - videira.
Flebite: aveleira - castanheiro-da-Índia - gilbarbeira - ginkgo biloba - petasite.
Úlcera varicosa: agrimônia - amieiro - aveleiro - betônica - carvalho - castanheira-da-Índia - cavalinha - cipestre - confrei - couve - dedaleira - epítmo - salgueirinha - sanícula - tanchagem - zaragatoa.
Plantas para o sistema respiratório
Peitorais
Cana-de-açúcar - cebola - cedraça - chá-de-nova-jérsei - cinoglosso - erva-de-gato - girassol - líquen-da-Islândia - papoula rabanete.
Asma: alho - assa-fétida - canforeira - cebola - éfedra - ênula - limoeiro - malva - petasite - tília - valeriana - verbasco - verônica-macho - visnaga.
Balsâmica: abeto-branco - alfazema - caimito - cipestre - choupo-negro - copaíba - eucalipto - fisale - guaiaco - hipericão - manjerona - pinheiro - marítimo - segurelha - tomilho.
Bronquite: alcaçuz - algodoeiro - alho - anis - cebola - cenoura - chagas - choupo-negro - drósea - ênula - eucalipto - girassol - hidraste - hissopo - líquen-da-Islândia - malva - marroio - mostarda-negra - polígana-da-virgínia - rábano - rabanete - raiz-de-pleuriz - tanchagem - tília - tussilagem - urucum.
Enfisema: agrião - cinco folhas - pervinca - pimenta d'água - sempre-noiva-dos-passarinhos.
Expectorantes: abeto-branco - agrião - alcaçuz - alga-perlada - alho - ananás - angélica - anis - antenária - ásaro - avenca - borragem - buglossa - cebola - mordida - cerejeira-da-virgínia - choupo-negro - cipestre - ênuila - escabiosa-mordida - eucalipto - filase - funcho -,galeopse - girassol - grindélia - hera - terrestre - hissopo - ipeca - língua-cervica - líquen-da-Islândia - lírio - germânico - malva - manjerona - marroio - mastruço-do-brejo - orégano - papoula - petasite - pimpinela-branca - pinheiro-marítmo - poejo - polígana - polipódio - primavera - pulmonária - raiz-de-pleuriz - sanícula - saponária - saramago - segurelha - selo-de-Salomão -serpão - tanchagem - teixo - trevo - cervino - trevo-dos-prados - tussilagem - urucum - zimbro - violeta.
Mucolítica: chagas - galeopse - hissopo - pimpinela-branca - primavera - polígana-da-virgínia.
Pneumonia: abeto-branco - canforeira - equinácea - mostarda-negra - polígana-da-virgínia - raiz-de-pleuriz - tanchagem - tussilagem - violeta.
Anti-tosse: alcaçuz - alga perlada - antenária - cedraca - chá-de-nova-jérsei - galeopse - polipódio - primavera - primavera - saramago - tanchagem - trevo-dos-prados - verbaco - violeta.
Fitoterápicos na prática médica
Aparelho digestivo
Maria Lúcia Gomes Ferrares
1 - Noções de anatomia e fisiologia
1.1 - Esôfago e estômago
1.1.1 - Esôfago
O esôfago tem a forma de um tubo, medindo cerca de 20 cm. Apresenta musculatura lisa e estriada. A musculatura estriada situa-se no terço proximal e corresponde à cerca de 5% da extensão do órgão. Segue uma região de transição, com musculatura lisa e estriada e a metade distal do órgão, é composto apenas por musculatura lisa.
O esôfago é provido de glândulas mucosas, que secretam muco. Os nervos vagos inervam as porções de musculatura estriada, lisa e os esfíncteres. O esôfago cervical é inervado p[elos nervos laríngeos recorrentes.
O esôfago tem a função específica de transportar alimentos para o estômago. Funcionalmente divide-se em esfíncter superior, corpo e esfíncter inferior (EIE).
A atividade motora inicia-se com a deglutição, quando o bolo alimentar é movido voluntariamente para a faringe. A partir daí, as contrações esofágicas são involuntárias e alcançam o EIE, que se relaxa para a passagem do bolo alimentar. Vários fatores, hormonais, alimentares e outros, atuam sobre o EIE, relaxando-o ou contraindo-o .
1.1.2 - Estômago
O estômago é a porção do trato gastro-intestinal, constituída por uma bolsa localizada entre o esôfago e o intestino delgado.
O estômago se divide em cárdia, fundo, antro, corpo e píloro. Sua parede é formada por quatro camadas: serosa, muscular, subcutânea e mucosa.Na mucosa estão as glândulas gástricas que produzem muco, pespinogênio, gastrina e ácido clórico.
O estômago tem diversas funções: motora, endógrina (gastrina e somatostatina), secretora (ácido clorídrico, muco e pepsina).
1.2 - Fígado, pâncreas e vias biliares
1.2.1 - Fígado
O fígado é o maior órgão do corpo, representando 1/50 do peso corporal, apresenta duplo suprimento sangüíneo, pela veia porta e hepática. A drenagem venosa se faz pelas veias hepáticas. A drenagem venosa se faz pelas veias hepáticas.
O lóbulo hepático é formado por uma veia centro-lobular e colunas de hepatócitos que se irradiam, a partir dessa veia central. Os hepatócitos se relacionam com os sinusóides, com os canalículos biliares e com outros hepatócitos cincunjascentes. Nos sinusóides estão situadas as células de Kapffer, que são macrófagos que fagocitam células velhas, células tumorais, bactérias, fungos, vírus, etc.
Resumidamente, o fígado tem as seguintes funções: metabolismo de aminoácidos e proteínas, principalmente a síntese proteica (50 g/dia), síntese dos difatores de coagulação, síntese dos fatores fibrinolíticos, metabolismo de carboidratos, metabolismo de gorduras, síntese de sais biliares, síntese de bilirrubinas e metabolismo de drogas.
1.2.2 - Pâncreas
O pâncreas é o órgão que apresenta funções endócrinas (insulina e glucagon) e exócrinas (suco pancreático), importantes no controle metabólico e na absorção de proteínas, carboidratos e gorduras.
A secreção pancreática é estimulada pelo nervo vago e por hormônios intestinais (secretina e colecistocinina). A secretina é produzida pelo epitélio duodenal e jejunal, quando o bolo alimentar ácido chega ao intestino e promove a secreção hidroeletrolíca pancreática. A colestitocinina também é sintetizada pela mucosa duodenal e jejunal; estimula a secreção enzimática do pâncreas ( elastase, limpase, amilase, tripisina e outras).
1.2.3 - Vias biliares
As vias biliares extra-hepáticas são construídas pela vesícula biliar, ductos hepáticos direito, esquerdo e comum, ductos cístico e colédoco.
A vesícula aloja-se na face visceral do fígado e tem como função armazenar a bile.
A bile é continuamente formada pelos hepatócitos (700 a 1.200 ml/dia), armazenada, concentrada na vesícula e liberada para o duodeno.
As gorduras e proteínas ingeridas na dieta induzem à liberação de colesistisinina pelo duodeno, que provoca a contração da musculatura da vesícula além de induzir a liberação de enzimas pancreáticas. Quando a vesícula se contrai, o esficter de Oddi se relaxa, permitindo a passagem da bile.
1.3 - Intestinos
O intestino se divide em intestino delgado (ID), e grosso (cólons e reto). O ID é o seguimento mais longo, com cerca de 6m de comprimento e se divide, por sua vez, em duodeno, jejuno e ílio. Suas funções incluem digestão, absorção, ação motora, imunológica e endócrina.
A parede intestinal é formada por vilosidades que são invaginações na mucosa, que se propagam para a luz intestinal, por sua vez, terminam em microvilosidades (borda em escova), aumentando consideravelmente a superfície absortiva. As vilosidades são formadas por células absortivas (enterócitos), e contêm as dissacaridases em sua superfície (lactose, sacarose, maltase, e isomalte).
Além dos enterócitos as vilocidades, contém células caliciformes, produtoras de muco, células de Paneth, produtoras de lisosinas e células endócrinas (somatostatina, colecistocinina, secretina, gastrina, mortilina, etc...).
Digestão e absorção das gorduras: as gorduras da dieta são principalmente triglicerídideos (TG). A presença dessas gorduras na luz do duodeno e jejuno proximal, estimula a liberação de colecisticinina, provocando contração da vesícula, relaxamento do E. de Oddi e liberação de enzimas pancreáticas. A bile, contendo sais biliares, expelidas na luz duodenal, emulsifica as gorduras, possibilitando a ação das enzimas pancreáticas.
A maior parte dos TG, é hidrolizada pela lipase pancreática, em ácidos graxos livres, e monoglicerídeos. Estes são circundados pelos sais biliares e lectinas, formando micelas, que transportam as gorduras para o interior do enterócito. No interior dessas células os TG, são ressintetizados e vão formar, junto com o colesterol e fosfolipídeos, os quilomicrons, que acalçam a linfa e a seguir a corrente sanguínea.
Digestão e absorção de carboidratos: os principais carboidratos da dieta são os dissacarídeos (lactose, sacarose) e os polissacarídeos (amido).
A digestão e absorção de carboidratos inicia-se na boca, por meio de amilase salivar, que hidrolisa o amido. Quando o bolo alimentar deixa o estômago, 20% a 40% do amido já está hidrolizado. Nas porções proximais do ID, o amido sofre a hidrólise, pela amilase pancreática, formando dissacarídeos, que são transformados em monossacarídeos pelas enzimas da borda, em escova intestinal e absorvidos dessa forma.
Digestão e absorção de proteínas: as proteínas da dieta são constituídas principalmente de polipeptídeos. A proteólise inicia-se no estômago, por meio das pepsinas. Mas a maior parte das proteases é secretada pelo pâncreas (tripsina, quimiotripsina carboxipeptidase). Na borda em escova, localizam-se as dipeptidases e oligopeptidades, que acabam de clivar as proteínas, que são absorvidas na forma de aminoácidos no duodeno e jejuno proximal.
Absorção de água e sódio: a água é transportada por gradiente osmótico e tem por objetivo, manter o conteúdo intestinal isosmótico em relação ao plasma. O sódio pode ser absorvido de forma ativa (bomba de sódio) ou passivamente, junto com a água.
A motilidade do ID é regulada por controle neural (sistema nervoso entérico, sistema nervoso autônomo e SNC), e controle hormonal (motilina, colecistocinina, VIP, somatostatina). O intestino grosso é formado pelos cólons ceco, ascendente, transverso, descendente, e pelo reto. Sua função é basicamente a de absorver água e impulsionar o bolo fecal até sua eliminação.2. Principais síndromes digestivas e sua abordagem terapêutica com fitoterápicos:
2.1. Náuseas e vômitos
As náuseas e vômitos são resultados de diferentes estímulos periféricos que atuam sobre o sistema nervoso central (SNC), na área do centro emético, que se situa na região dorso-lateral, da formação reticular.
As medicações anti-eméticas atuam bloqueando esses estímulos como os anticolinérgicos e anti-histamínicos, que são medicações que têm o inconveniente de induzir efeitos colaterais indesejáveis (sonolência, boca seca, turvação visual e taquicardia).
Alguns fitoterápicos são efetivos contra as náuseas e vômitos, sendo o principal o gengibre.
2.1.1. Gengibre
Gengibre é o rizoma da planta Zingiber officinale, com propriedades aromáticas e carminativas, utilizado mundialmente como tempero e como regulador gastrointestinal. Vários trabalhos na literatura demonstram que o Z. officinale têm eficácea comprovada contra sintomas de náuseas e vômitos, sobretudo devidos à cinetose, sintomatologia que em geral é desencadeda por viagens marinhas, aéreas ou terretres (Mawbrey, 82; Grontved, 88).
Em estudos comparados com os efeitos com o Z.officinale, com a metoclopramida (plasil), na ocorrências de náuseas e vômitos em peri-operatórios de cirurgias ginecológicas, as duas drogas se mostram de eficácia comparável e ambas superiores ao placebo (Phillips, 1993).
A Z.officinale não parece atuar sobre o SNC, tendo ação exclusivamente sobre o tubo digestivo, cujo mecanismo ainda não está bem esclarecido. Seu uso como antiemético, entretanto, algumas vezes pode estar limitado, uma vez que não são disponíveis preparações endovenosas. Por via oral, utiliza-se doses de 1 a 4 g/dia, de forma encapsulada (500 mg/cápsula), para não provocar irritação esofágica e oral. Para prevenir enjôos, o medicamento deve ser tomado na dose de 2 cápsulas, 30 minutos antes de uma viagem e a seguir, 1 cápsula a cada 4 horas, se necessário.
2.2 - Dispepsias - indigestão
Os sintomas de indigestão e dispepsia incluem a sensação de empaxamento, distenção abdominal, eructações, flatulências, "digestão difícil", e desconforto epigástrico. Esses sintomas, decorrentes sobretudo de um inadequado esvaziamento gástrico, e produção excessiva de gases, podem ser combatidos com basicamente dois grupos de fitoterápicos, os agentes carminativos e os colagogos.
2.2.1 - Carminativos
São consideradas carminativas as substâncias que agem como calmantes do tubo digestivo, geralmente por conter óleos voláteis. De acordo com Schilcher, as substâncias carminativas têm basicamente 5 mecanismos de ação diferentes.
A
-
Estimulação local do estômago, com o aumento do seu tônus, e relaxamento do seu esficter inferior do esôfago, facilitando, deste modo a eructação.
B
-
Aumento das secreções do estômago, facilitando a digestão.
C
-
Efeito antiespasmódico sobre a musculatura lisa, sobretudo do intestino, facilitando a passagem de gases.
D
-
Ação anti-séptica, limitando o desenvolvimento de microorganismos indesejáveis.
E
-
Efeito colágogo, promovendo maior fluxo biliar, facilitando a absorção de nutrientes.
Essas substâncias parecem ter mais um efeito subjetivo, do tipo placebo, pois poucos estudos foram capazes de confirmar as propriedades dos óleos voláteis de maneira científica. Entretanto, como são bastante efetivas, subjetivamente, continuam a ser utilizadas em larga escala.
2.2.1.1 - Hortelã
A atividade da Mentha piperita se deve ao óleo volátil mentol. É provavelmente o agente carminativo mais utilizado mundialmente, embora exista controvérsia sobre o seu efeito digestivo, (o FDA não aprova o uso desta planta com estas finalidades e a Comissão E. alemã confirma suas propriedades medicinais). Pode ser utilizada na forma de chá ou solução alcoólica.
2.2.1.2 Camomila
Trata-se de uma erva bastante popular para tratamento de indigestão, obtida a partir da inflorescência da Matricaria chamomila. Por destilação a vapor ou extração com solvente obtém-se um óleo volátil de cor azul, que contém atividade antiinflamatória e antiespasmódica.
Como a hortelã, a camomila tem ação carminativa, mas também tem efeito antinflamatório sobre o tubo digestivo. É utilizada mais freqüentemente na forma de chá, embora desta forma pouca quantidade de óleo seja extraída. Na Europa, atualmente, muitas preparações farmacêuticas contém extratos de camomila ou óleo volátil de camomila.
Pode ser também utilizada, devido as suas atividades antiinflamatórias, em afecções bucais e gengivais, na forma de gargarejos, ou em irritações ano-genitais.
2.2.2 Colagogos
Certos pacientes referem, após ingestão de alimentos gordurosos, a sensação não característica de desconforto abdominal, empaxamento e distensão, que pode ser atribuída a um fluxo inadequado de bile para a luz intestinal. Nestes casos, agentes colagogos podem ser de auxílio, por agirem promovendo o esvaziamento da vesícula (colecinéticos) e/ou estimulando a produção de bile (coleréticos). Na moderna gastroenterologia, essas denominações não têm sido mais utilizadas, embora esses medicamentos ainda sejam amplamente difundidos, por suas propriedades de auxiliarem a digestão.
2.2.2.1 Alcachofra
As folhas da Cynara scolymus são conhecidas por suas propriedades coleréticas, diuréticas e hipocolesterolêmicas. Nos EUA seu uso é aprovado em bebidas alcoólicas, numa concentração máxima de 0,0016%.
Os efeitos coletéricos já foram demonstrados em animais, assim como efeito hepatoprotetor e hepatorregenerativo em modelos experimentais.
Em humanos, os estudos não são consistentes em demonstrar efeito de redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos.
2.2.2.2 Boldo
As folhas de Peumus boldus, arbusto nativo do Chile, têm propriedades coletéricas e colagogas e portanto, têm sido amplamente utilizadas em distúrbios digestivos de várias naturezas. Contém 2% de óleos voláteis, principalmente ascaridol e eucaliptol, 25% corresponde ao boldine, alcalóide responsável pelo efeito colagogo e também por um efeito diurético da planta. Dados científicos que comprovem suas ações são escassos, mas há estudos que mostram evidente efeito relaxante muscular em íleo isolado de rato, com ação muito semelhante à da atropina.
É importante lembrar que o óleo volátil ascaridol é um componente tóxico, portanto devemos ter cuidado com seu uso prolongado e durante a gravidez.
A dose habitual é 1,5 a 3 g. da erva (1 a 2 colheres de chá) na forma de chá, com dose coletérica de 3g/dia.
Além dessa espécie, há outros "boldos", ligados à medicina popular, ainda muito pouco estudados quanto às ações aqui referidas.
2.3 Úlceras Pépticas
A úlcera péptica (UP) é uma doença crônica, caracterizada por lesão ulcerativa da mucosa, que ultrapassa, em profundidade, a musculares mucosae. Dependendo de sua localização, poderá ser gástrica e duodenal, sendo que ambas são entidades diferentes entre si, do ponto de vista fisiopatológico.
A UP, em última análise, resulta de um desequilíbrio entre fatores agressivos (HCL, pepsina) e defensivos (barreira mucosa, fluxo sanguíneo, regeneração epitelial). Diversos fatores atuam rompendo este equilíbrio: H. pylori, dieta, tabagismo, fatores genáticos, etc...
O tratamento da úlcera baseia-se na neutralização do ácido clorídrico (antiácidos) ou na inibição de sua produção (bloqueadores H2, inibidores de bomba protônica).
Fitoterápicos efetivos no tratamento das úlceras não são numerosos. Alguns, entretanto, têm sua eficácia comprovada na literatura:
2.3.1 Alcaçuz
Também conhecida como Licorice ou liquorice, essa erva deriva das raízes da Glycyrrhiza glabra (Licorice espanhol).
O princípio ativo efetivo contra a úlcera é a glicirrizina, que após hidrólise se converte no ácido glicirretínico, que eleva os níveis de prostaglandinas, que são citoprotetoras para a mucosa gástrica. A carbenoxolona, muito usada no tratamento das úlceras, é um derivado semi-sintético do ácido glicirretínico.
Pode produzir sérios efeitos colaterais, como edemas, cefaléia, letargia, por efeito mineracorticóide. Essa ação se faz por meio do ácido glicirretínico, que causa inibição do metabolismo periférico do cortisol, que por sua vez se liga a receptores mineracorticóides, resultando em uma condição de hipermineracortisolismo. A ingestão de alcaçuz pode, portanto, resultar em retenção de água e sal, hipertensão, hipocalemia e alcalose.
2.3.2 Gengibre
Estudos mostraram (Sertie, 1991) que essa planta tem significante efeito na prevenção de úlceras em dois tipos de modelos experimentais, além dos efeitos já referidos dos extratos de Z. officinale. O mecanismo pelo qual esse efeito ocorre ainda não está totalmente esclarecido, mas parece ser por um mecanismo de inibição da tromboxane-sintetase, o que favoreceria a prevenção da UP.
2.3.3 Espinheira - Santa
Conhecida popularmente como espinheira santa, a Maytenus ilicifolia é amplamente utilizada na medicina popular dos "males do estômago". Em estudo científico realizado na Escola Paulista de Medicina, para avaliação do efeito antiulceroso de diversas plantas medicinais (bálsamo, folha da fortuna, couve e espinheira -santa), a espinheira-santa foi a única capaz de demonstrar comprovadamente um efeito antiulceroso em animais, por meio da proteção de úlceras induzidas por indometacina em ratos.
Quanto aos efeitos em humanos, extratos da planta foram eficazes, de forma estaticamente superior ao placebo, em aliviar sintomas associados à dispepsia não ulcerosa, como azia ou dor epigástrica.2.3.4 Outras
Diversas outras plantas são conhecidas na medicina popular pelo seu efeito antiulceroso ou antiácido. Algumas demonstram, em modelos animais de indução de úlceras de stress, serem de fato efetivas, embora sejam escassos os dados científicos em humanos.
São exemplos desses vegetais: o Coleus barbatus, conhecido como falso-boldo ou boldo-do-Brasil; a Barccharis trimera, ou carqueja.
2.4 Diarréias
A diarréia se caracteriza por um aumento no teor de água e no volume das fezes, quase sempre acompanhado de um aumento na freqüência das evacuações. Embora o hábito intestinal varie de pessoa para pessoa, a diarréia em geral está presente, quando houver mais de 3 evacuações ao dia.
A diarréia pode ser aguda ou crônica e tem várias causas: vírus, bactérias patogênicas, fatores alimentares, emocionais, doenças inflamatórias, etc.
Os agentes fitoterápicos, em geral, são empregados em diarréias-agudas, de curta duração e auto-limitadas, como uma medicação inespecífica assintomática.
2.4.1 Elixir Paregórico
O agente antidiarréico mais efetivo, obtido de plantas, é o ópio, geralmente utilizado na forma de tintura canforada, conhecida como elixir paregórico. Entretanto, por tratar-se de uma droga controlada e utilizada somente sob prescrição médica, outras ervas medicinais acabam sendo mais amplamente utilizada.
2.4.2 Taninos
Sua ação se deve ao seu conteúdo de substâncias polifenólicas, conhecidas popularmente como taninos. Agem como antidiarréicos por ação adstringente, se ligando à mucosa inflamada e diminuindo a secreção para a luz intestinal. Além disso, têm propriedades antibacterianas, evitando a proliferação de microorganismos na luz intestinal.
Os agentes mais amplamente utilizados com essa finalidade são derivados das "berry": blackberry, blueberry, raspberry. No Brasil, a planta com essas propriedades mais utilizada é a goiabeira, cujas folhas jovens (brotos) têm eficiente ação antidiarréica.
Entretanto, é importante lembrar que esses medicamentos devem ser utilizados com cautela; sobretudo em crianças, a preferência deve sempre ser dada aos compostos que promovem a re-hidratação, devendo-se evitar ao máximo o emprego de substâncias com efeito antidiarréico.
2.5 Obstipação intestinal
O conceito de obstipação intestinal é bastante subjetivo, sendo difícil estabelecer uma regra geral. Assim, pacientes podem se queixar de obstipação com evacuações em dias alternados, enquanto outros consideram este ritmo normal.
Mais importante que a freqüência das evacuações e o modo como elas se processam são os sintomas comuns do obstipado: esforço para evacuar, fezes muito pequenas e/ou muito duras e sensação de evacuação incompleta.
A obstipação é sintoma funcional, de longa duração, que se instala em geral na adolescência, com predomínio em mulheres. Quadros de início recente, acompanhados de muita dor ou sangramento, devem ser cuidadosamente investigados.As drogas utilizadas no tratamento da obstipação intestinal podem ser classificadas conforme a intensidade de ação, em laxativos (ação mais leve), catárticos e purgativos drásticos (ação muito intensa). Por outro lado, de acordo com o mecanismo de ação, podem ser divididas em: formadores de bloco fecal ( ervas que quando consumidas com líquido, aumentam o bolo fecal, estimulando a peristalse); estimulantes do peristaltismo, que agem sobre a motilidade do cólon, como os que contém antraquinonas.
2.5.1 Sementes de Psyllium
Trata-se, provavelmente, do mais popular dos laxativos e é obtido das sementes do Plântago psyllium. Essas sementes têm um envoltório que não é digerido nem absorvido pelo intestino, mas em contato com a água aumentam muito de volume, atuando como formadoras de bolo fecal e como lubrificantes, estimulando o peristaltismo. Devem ser ingeridas com grande quantidade de líquidos, na dose de 7,5 g/dia.
Esse mesmo mecanismo ocorre com o uso de sementes de linho, sementes de várias espécies de tanchagem (Plântago sp.), e com a maioria das espécies mucilaginosas (fucus, etc).
Além do efeito laxante, essas sementes têm também ação comprovada na redução dos níveis de colesterol. Embora tenham aparecido no mercado internacional, cereais matinais contendo Psyllium, existe uma discussão se este seria um alimento ou um medicamento, que implica em legislações diferentes.
2.5.2 Cáscara Sagrada
Encontra-se no grupo dos laxantes estimulantes e origina-se do Rhammus purshiana, originário do pacífico. Sua ação se faz por uma mistura de princípios ativos, sobretudo, cascarosídeos A, B, C, D e outras antraquinonas. Dos estimulantes compostos por antraquinonas, a casca é o mais leve, com pequeno efeito sobre a motilidade intestinal. É a parte integrante da composição de diversos laxantes de uso popular.
A cáscara, assim como as demais antraquinonas, age estimulando a secreção de água e eletrólitos para o lúmem intestinal, por meio da inibição Nak-ATPase, o que leva a uma inibição da absorção de fluidos e eletrólitos; além disso, possui outros efeitos menos expressivos:
-
aumenta a permeabilidade da mucosa;
-
aumenta a secreção de prostaglandinas, que estimulam a secreção intestinal;
-
aumenta a motilidade intestinal.
2.5.3 Senna
Provavelmente o laxante contendo antraquinona mais amplamente utilizado é a Senna. Obtido das folhas da Cassai acutifolia, arbusto nativo do Egito. A ação laxativa se deve aos senosídeos (glicosídeos) e várias antraquinonas. Tem ação mais intensa que a casca, podendo acarretar cólicas durante seu uso.
2.5.4 Ruibarbo
Consiste do rizoma e raiz de Rheum offinale e é muito mais potente que a senna e a cáscara. Por provocar cólicas abdominais é pouco utilizada.
É importante ressaltar que os laxativos contendo antraquinóides devem ser utilizados em casos de obstipações agudas, por curto período (1 a 2 semanas), pois vários problemas podem advir do uso crônico desses laxantes, inclusive um risco provável de desenvolvimento de câncer de cólon (Siegers, 1991), cujas evidências já foram demonstradas em roedores.
2.6 Hepatites - hepatoproteção
Uma grande variedade de plantas têm sido utilizadas na medicina popular, para tratamento de "doenças do fígado". Poucas, entretanto, foram submetidas a estudos científicos controlados para comprovação de sua eficácia como drogas potencialmente hepatoprotetoras.
Entretanto, para algumas dessas plantas evidências experimentais puderam comprovar sua eficácia.
2.6.1 Catequina
A catequina é um flavonóide hepatoprotetor isolado da Uncária gamber que, em estudos controlados ( Seyfried 1975; Berengo 1975), demonstrou ter efeito benéfico em hepatites virais agudas, promovendo declínio mais rápido das transaminases e das bilorrúbinas, além de promover clareamento mais rápido do vírus nos casos relacionados ao vírus B.
2.6.2 Silimarina
A silimarina é uma mistura de flavonóides isolada do Silybum marianum sendo a mais investigada de todas as plantas, com ação anti-hepatotóxica. Nos casos de hepatites agudas a silimarina, promove a melhora bioquímica mais rápida (magliulio 78), embora não interfira sobre o agente viral.
Em hepatopatias crônicas, tanto virais como alcoólicas, vários estudos, inclusive recentes (Vailati 1993) puderam confirmar os efeitos benéficos da silimarina, tanto na melhora de parâmetros bioquímicos (albumina, transaminases), como também melhoras de aspectos histológicos do fígado. Esse efeito parece se fazer por meio de sua ação antioxidante. Além disso, atua na membrana da célula hepática, prevenindo a entrada de substâncias tóxicas, além de estimular a síntese protéica e a regeneração celular.
2.6.3 Glicirrizina
Já comentada anteriormente como agente antiulceroso, a glicirrizina também tem ação hepatoprotetora, com estudos demonstrando sua ação inibitória sobre a replicação dos vírus das hepatites A e B ( Thabrew 1996). Em hepatites crônicas virais, seu efeito demonstrou ser benéfico em alguns trabalhos, e essa ação parece ser devida a um efeito, demonstrando in vitro, de aumentar a produção de interferon.
2.6.4 Shizandra
As frutas de Shizandra chinensis têm sido utilizadas no Oriente para tratamento de doenças hepáticas. Existem poucos estudos comprovando sua eficácia, embora haja um trabalho envolvendo 189 pacientes com hepatite crônica viral, no qual os extratos da fruta demonstraram um efeito benéfico.
2.6.5 Phyllantus amarus
Há alguns anos vem-se descrevendo a ação de extratos de um vegetal, o Phyllantus niruri, atualmente designados Phyllantus amarus, sobre o vírus da hepatite B (HBV).
Em estudos experimentais observou-se inibição da ligação do antígeno de superfície (HbsAG) com seu anticorpo. O grupo da Universidade de Madras também verificou negativação do HbsAG em 22 pacientes (59%) dos 37 tratados com P.amarus, enquanto que dos 23 que receberam placebo, apenas um negativou o HbsAG.
Por outro lado, grupos da Tailândia e da Holanda, empregando o mesmo extrato, não encontraram resultados significantes.
Essa planta é muito popular no Brasil, e tem sido empregada na medicina popular como dissolvente de cálculos urinários, conhecido como quebra-pedra. Pode ser facilmente encontrada nas regiões norte e nordeste do país. Atualmente, está em curso na Escola Paulista de Medicina, estudo controlado e randomizado, para avaliar a eficácia desse vegetal no tratamento da infecção crônica pelo vírus B.

OBS para o regime

A pele que cresceu ,braços , papinhas, as pelancas em geral.Elas só somem após cirugia plástica com a remoção .Com regime perdem volume e ficam menores mas naum somem.
Crianças gordas,meninos e meninas ,crescem então a pele se estica ( caso durante esta faze eles parem de tomar remédios desnecessário e façam atividades físicas).Mulheres grávidas ficam com pneuzinho.Podem emagrecer o corpo quase que tudo menos a barriguinha que fica naturalmente e lindamente, saliente.
Recuperando a saúde vc recupera a sua auto estima :)


A comida processada ( industrial , cheia de aditivos) só pode ser consumida após o regime.Mas evite medicamentos desnecessários limpe seu corpo.

Arroz soltinho- segredos de como fazer um arroz bem solto

O segredo do arroz soltinho é a fritura.O tempo de fritura varia de acordo com a temperatura de fritura .Pode variar de dez a quinze minutos fritando com alho e óleo.Este deve ficar em uma tonalidade branca naum opaca.Esbranquiçado.A cor do arroz é meio branquinho clara transparente.Fritando ele fica branco.

Então aproveite a dica e faça um arroz de forno com salsichas , milho azeitona, ovo cozido, azeite de oliva e o que desejar.Não esqueça de jogar queijo ralado por cima depois leve ao forno para gratinar.

Boa sorte.

:)

Tuesday, August 07, 2007

emagrecer, perder peso, emagrecimento, dietas, dieta, obesidade, produtos para emagrecer, emagrecer rapido, barriga, celulite, gordura, metodos...


Primeiramente,Seu corpo é seu templo.
Lembre-se que ser saudável é ser feliz.Naum adianta ser magra e sofrer por naum se amar e se valorizar.As pessoas nos olham mas naum são nossos pulmões e coração.Elas naum fazem vc viver naum são sangue ou ar ou feijão e arroz. No mundo é cada um por si.
Quando temos catapora ou cachumba todo mundo se afasta.Só nossos pais irmãos que auxiliam.
Então como perder quilinhos em dois meses.Depende de vc o quanto vc vai perder.
Muitas mulheres naum sabem mas remédios também engordam.
Note bem as mulheres que usam anticoncepcionais, elas tem culote e celulite nas bundas.Naturalmente ocorre que ele prejudica o fígado e pancreas , orgãos responsáveis pela sintetização da gordura.Os que usam antialérgicos ou são gordos ou têm a cara cheia de acne .Note que algumas pessoas perdem peso comendo comida natural.
1. Passo limpar o corpo para facilitar a recuperação dos orgãos.

Troque a medicina convencional pela fitoterapia (chás e plantas )Dê fé , lembre-se o alcoól é retirado da cana , o açucar é feito a partir da cana.
Sentiu dor de cabeça, um chá.Aspirina também faz mal.
Vá a um especialista para trocar a medicação ( tudo que vem de laboratório e naum é organico faz mal).As drogas tem um mecanismo de elevar as defesas por estar interferindo no funcionamento do seu corpo.Aumento de seratonina, aumento d corticóides.
-Tomo muito refrigerante. Vc sabe o que é adidulante?O que fazem.
Sabe o que saum esses sais conservantes?

2.Trocar a alimentação.
Pães franceses não aos de saquinho.Tem muito aditivos.Os franceses tem fermento biológico.
Iorgute, dica:
+ compre um potinho de iogurte natural e três litros de leite. pegue uma caixinha de papel forre com aluminio e echa de jornal. Ferva o leite deixe esfriar quando tiver um poquinho morno( bem morno) põe o iogurte numa panela com tampa depois, põe na caixinha forre a panela com jornal e aluminio . Coloque no forno sem ligar só pra proteger do frio .Deixe umas 8hs .Vc tem três litros a mais de iogurte. Se preferir e puder compre uma iogurteira.

Coma vegetais crus , arroz e fejão com óleo. Inicialmente se naum se satisfazer coma carne de peixe ou mastigue bem a carne bovina ( coma carne moida).
Encha o prato do que quiser.Mas evite o industrial :a química elaborada.
Faça bolos, tortas, salgados.Peça para alguém fazer ou compre na padaria.

3. Caminhe e corra ,caminhe e corra ,caminhe ...Cansou parou.dia seguinte , caminhe e corra...
Detalhe importante : todos os dias. A sua pista será a sua rua, seu quarteirão.Chame ,se quiser ,mais alguém para caminhar.É mais estimulante.

O tempo de caminhada deve ter um intervalo se necessário.Ter alguém tentando junto com vc é muito bom, compartilhe as vitórias e derrotas.
--> Comentários :
Lembre-se começar e perder peso é o seu objetivo.
Se esta só, lembre-se que pessoas como eu e outras já passaram pelo mesmo ou ainda passam.Neste periodo, seis meses perdi 10 kilos.Foi dessa maneira.Minha meta é 40 kilos.Ainda continuo tentando.Tive obstáculos.Gripes, infecções ,de quebra tomei chás e alcachofra para o fígado.Consegui me livrar da gripe sem medicamentos que antes tomava.Flanax 500 mg e outros.Eu me entupia por causa de dores de cabeças.A gripe leva uma semana para sumir sintomas sem intervenções dura apenas sete dias no organismo depois o " vírus" some.


Esta é uma tentativa que precisa de dois meses.Se vc seguir vc perde uns dois a tres quilos.


Mude o visual, a autoestima está acima da beleza.Afinal de contas a nossa amiga cinderela , não era lá essas formosas e conseguiu por uma noite seu principe encantado.